quinta-feira, 31 de agosto de 2017

HINO DO COLÉGIO ESTADUAL BRASILINO VIEGAS



LETRA e  MÚSICA: Graça Leal

Brasilino Viegas tu és o primeiro
Na nossa história da educação
Inspiraste com o teu exemplo
Muitos dos nossos bons cidadãos



O Prédio Escolar recebeu teu nome
Com orgulho e muita gratidão
Por teu empenho de educar a todos
Com amor e com dedicação


Patrimônio da nossa cidade
Prédio imponente de tradição
Na altivez de bela arquitetura
És sentinela da educação


Tantos alunos que estudaram aqui
Hoje Doutores, cumprem suas missões
Tendo a memória agradecida
Com Brasilino em seus corações.



O teu nome será lembrado
Em nossa terra de povo varonil
Nossos alunos   te homenageiam
Enaltecendo-te para o Brasil.

sábado, 26 de agosto de 2017

O TEMPO E O ESPAÇO DO PRÉDIO ESCOLAR

            
Sob o impacto de uma história de 80 anos que nos antecede e a responsabilidade de darmos continuidade a essa história, vimos hoje celebrar o tempo e o espaço do Prédio Escolar Brasilino Viegas.
Tempo que se faz história – memória daqueles que por aqui passaram -  e o espaço que se faz encontro – inúmeras presenças que por aqui deixaram suas pegadas: professores, alunos, funcionários, pais...
Essa história de 80 anos, torna-se para todos nós o espelho no qual vemos o valor de uma escola pública.
Aprendemos com aqueles que por aqui passaram, a ler a história de maneira diferente.
Na experiência dos trabalhos diários, aprendemos a recordar relatos da história do Brasilino Viegas. Histórias que se entrelaçam com as histórias de vidas de todos que aqui passaram convidando-nos a reler a nossa própria história, com um novo olhar, reconstruindo-a e  dando-a um novo sentido.
Marcados pela perseverança, acreditamos profundamente na força evocativa e transformadora da história da educação. Encontrar-nos com a história significa caminharmos para dentro do mistério da mesma história.
Com isso, reiniciamos um novo caminho de experiências que consiste não apenas em celebrar a história, mas atualizá-la e reescrevê-la.
Ao comemorar os 80 anos do Brasilino Viegas enaltecemos a memória de uma história marcada por presenças, sonhos, desafios, transformações...
Uma comunidade sem memória não faz história.
As lembranças nos fazem reviver fatos, pessoas, realidades... despertando em nós uma atitude de gratidão.
Trata-se de uma evocação de agradecimento. Por isso a história deste “Prédio Escolar” se revela como um terreno fértil no qual se germinou todo o processo educacional público de nossa cidade.
Hoje, com 80 anos, com o carvalho como símbolo, temos raízes profundas. Temos agora capacidade para irmos além, buscar outros horizontes e alcançarmos alturas desafiadoras.
Tudo isso nos ajuda a abrir os olhos para o novo. Despertando-nos o desejo e mobilizando todas as nossos talentos para o compromisso de ação transformadora na  nossa historia pessoal. 
                           
 Parabéns ao Colégio Estadual Brasilino Viegas!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

BIOGRAFIAS

                                                                      Professora Dilce Maia



A professora, Dilce Macêdo Maia, nasceu em Alagoinhas no dia 26 de abril de 1922. Filha de Dr. José Galdino Maia e Senhora Durvalina Macêdo Maia. Estudou na Escola Mário Laerte os primeiros anos escolares e completou seus estudos no Ginásio de Alagoinhas. Em 23 de Março de 1942 foi nomeada como regente de 3ª classe na Escola Brasilino Viegas. Casou-se  em 11 de janeiro de 1950 com Mário de Cerqueira, com quem teve dois filhos. Em 13 de outubro de 1956 foi certificada, pelo Conservatório Bahiano de Canto Orfeônico, no curso de Emergência para lecionar nos estabelecimentos de ensino. Este curso fazia parte de um projeto idealizado por Heitor Villa-Lobos que foi adotado em todo o pais como disciplina obrigatória. Ainda jovem, a professora Dilce Maia foi nomeada para o cargo de Delegada Escolar. A delegacia escolar funcionava no próprio prédio do Brasilino Viegas. Permanecendo no cargo até 16 de janeiro de 1972. Em 03 de julho de 1973 o Prefeito Judélio de Souza Carmo nomeou-a para o cargo de “Diretor de Serviços de Educação Gerais" do município.  Além da escola pública,  ensinou em escolas particulares da cidade como no Colégio Santíssimo Sacramento como professora de música e mais tarde assumiu a direção da CENEC




                                           Professora Jurilda Santana


A professora Jurilda Santana de Moura nasceu na cidade de Catu (BA) em 5 de junho de 1944. Filha de Júlio Santana Filho e Etelinda Bomfim Santana. É a segunda de seis irmãos.  Cursou o antigo primário  no Prédio Escolar Brasilino Viegas. No Ginásio de Alagoinhas, fez o Curso Ginasial. Ingressou no Santíssimo Sacramento para fazer o Magistério formando –se em 1962.
Após concluir o curso de Magistério lecionou nas escolas onde estudou: Brasilino Viegas e no Ginásio de Alagoinhas.
Graduou_se em Geografia pela UFBA, num curso modular. Em 1972 foi nomeada Delegada Escolar. No mesmo ano de sua nomeação a Delegacia Escolar foi transferida  do Brasilino Viegas para Centro Integrado Luis Navarro de Brito.
Exerceu o cargo de Coordenadora Regional da Educação do Município de Alagoinhas e da região.  
Fundou um colégio particular na cidade  com suas irmãs Julinda e Júlia.


                                    Professora Adalgisa Umbelina Almeida Santos


Adalgisa Umbelina Almeida Santos nasceu em 21 de agosto de 1901. Filha de Nicolau Tolentino de Sant’Anna e Luiza da França Almeida Sant’Anna. Seus pais eram  professores e lecionavam no Centro Operário de Salvador. Formada em professora pela Escola Normal da Bahia. Em 1921, conheceu o Sr. Francisco Irineu Santos, também professor formado pela mesma Escola.  Casaram em 19 de agosto de 1925. Após o casamento, Francisco Irineu e Adalgisa se mudaram para Brotas de Macaúbas, interior da Bahia,  para trabalhar como professores primários por indicação de  Dr. Agenor Sant‘Anna, um brilhante advogado, irmão mais velho de Adalgisa. Lá, teve o primeiro filho: Milton Santos, famoso geógrafo Brasileiro. Depois Professora Adalgisa mudou-se com sua família para Alcobaça onde nasceram os filhos Nilton e Yêda. Dentre as várias cidades em que passaram, vieram em 1940 para Alagoinhas ensinar na Escola Brasilino Viegas. Enquanto Professora Adalgisa ensinava no primeiro turno (matutino) o professor Francisco ensinava no segundo turno (vespertino). Revezando-se no cuidado com os filhos. Em 1941 a professora Adalgisa assumiu a direção do primeiro turno  substituindo a professora Norma Paiva de Carvalho. Em 1946, retornaram para a Capital onde montaram  residência na estrada da Rainha na Baixa de Quintas. Neste mesmo local que residiram, resolveram transformar parte de sua espaçosa casa em uma escola de primária  chamada Escola Santa Terezinha.  Professora Adalgisa faleceu em 1962 aos 61 anos de idade. Em sua homenagem existe a Escola Municipal Adalgisa Santos situada no Parque Alagoinhas n.67. Centro.